O que és? ó dulcin
és a flor bela que floresce o campo, exuberante Jasmim
és a primavera a colorir toda a paisagem morta
fúria de Freya, lâmina absorta
consumida para tornar sua armadura
polida, com o delicadeza a sua altura!
eterno será seu reino de bravura
futuro aguarda a bela e criatura
Majestade, ao alvorecer terreno
Por hora governa o palácio ermo
breve irá comandar exércitos de seres obedientes
ora, Não descrente! de todo seu poderio suficiente!
Rainha das águas gélidas, embarque
Desamparadas almas, buscam por sua autoria
És a ausência de emoção, imensidão fria
Doze horas ao enfoque!
Comove-me a união de sua frustração
Ao longo período de unção
á tua vontade de conquistar esse mundo
Seres do vazio oriundo.
perto fico de vossa alteza
suficiente para a minha beleza
poética! sentida pelos falastrões do palácio
penas flutuam onde o espaço escasso
faz de sua voz o eco lúgubre em meu ser
majestosa Deusa, está eternamente a crescer
espinhos que cercam o núcleo de serenidade
machucam aqueles que só buscam pelo acalento
vingam-se com o tormento
porém dizeis aos demais, mantenham a felicidade
já não é hora de chorar, somente vangloriar-se
-”ó! povo que segue minhas ordens
pensam que sou o algoz?”
não conhecem a altura dos sóis
ainda irei conquistar quando bravamente.
serei a luz presente, aos inocentes
não mais sofram diante de meus pés, pobre vidas
Teu progresso jamais será entendido
Escritos vos digo.
A nossa oráculo, será temida!